Notícias

Loading...

sábado, 23 de junho de 2012

As novas tecnologias e a formação do professor: Por onde começar?



A sociedade na qual estamos inseridos caracteriza-se pelo seu dinamismo e inovação tecnológica. Pensar nesse seu caráter tecnológico nos remete a um novo pensar sobre a educação, refletindo sobre as exigências que as novas tecnologias nos trazem e que para tanto, serão necessárias novas formas de abordagens, ampliando as possibilidades de desenvolvimento de habilidades e competências do educando.


Diante disso, algumas mudanças nas práticas pedagógicas se faz necessárias, afinal é o professor que, no ambiente educacional, vai efetivar a utilização desses aparatos tecnológicos, precisando assim, redimensionar o seu papel, começando da análise de sua prática, e neste caso é imprescindível que esta não possua apenas um caráter transmissor, mas que vá além e seja estimuladora do aprendizado e por conseguinte da curiosidade do aluno.
Nesse sentido, é imprescindível que este educador seja devidamente formado para lidar com essa nova demanda, vislumbrando usufruir de todo potencial que as novas tecnologias oferecem, levando para sala de aula um aprendizado que vá para além do instrumental que visa apenas o aprendizado sobre a utilização dos recursos tecnológicos, contemplando também as novas tecnologias como facilitadoras no processo ensino/aprendizagem, aprendendo através e com ela.

É notório que a relação tecnologia/educador ainda não ficou clara, visto que as reações diante dessa junção são as mais diversas, indo da total rejeição a utilização inadequada do recursos tecnológicos. Cabe então uma reflexão sobre esta relação. Pensar em educação hoje é pensar em novas formas de aprender, novas formas de ensinar, novas ferramentas, novos recursos, e sem duvida alguma as TIC’s estão ligadas a todos esses aspectos. Sendo assim, o educador precisa começar a vislumbrar nas TIC’s mais uma aliada em sala de aula, e isso só não basta. É necessário também buscar formação continuada que contemple esse novo aspecto da educação, visto que, para usufruirmos plenamente o potencial da tecnologia é preciso conhecê-los, entendê-los e sabermos aplicá-los, conscientes de que aprender conceitos não é o suficiente. É preciso aprender os procedimentos e as atitudes a serem tomadas diante desse desafio.

Em todo esse panorama que vai desde a aceitação da tecnologia como uma aliada no processo de ensino/aprendizagem até a busca pela devida formação que vise utilizar em plenitude os potencias da tecnologia em sala de aula, não podemos deixar de destacar que para que se concretize de fato uma ação pedagógica de inclusão tecnológica é preciso mudanças de paradigmas, principalmente no entendimento sobre o papel do aluno nesse processo de aprendizagem, pois este deve ser ativo na construção de seu conhecimento, bem como o professor deve ser um provocador dessa construção. As novas tecnologias trazem consigo essa enorme contribuição para o processo educacional, pois sua acessibilidade e rapidez confere ao aluno o poder de manipular informações autonomamente, e permite ao professor mediar essa manipulação de informações, podendo acrescentar e enriquecer a gama de conteúdos, competências e habilidades a serem trabalhadas com esse educando.

Entretanto, é importante salientar que toda atividade deve ser devidamente planejada, vislumbrando um aprendizado mais profundo e consistente, pois atraves do planejamento identificamos os aspectos a serem trabalhados e desta forma, o priorizamos na execução das atividades. No mais, educação é isso: eterna pesquisa e apropriação de ideias, por isso, é fundamental a formação continuada seja qual for o tempo, o tema e a necessidade.

Sugestão para Utilização de Software educativo em Sala de Aula: Jogo a Travessia das Cabras



Plano de Aula :Jogos educativos
Público: 10 anos 5º ano
Aluna: Débora Gomes
Jogo: A Travessia das Cabras / Goat Crossing

Competência:

  • ·    Desenvolver o raciocínio logico, estimulando o pensamento independente, ampliando a capacidade de resolução de problemas;
  • ·      Explorar o jogo, analisando seus processos de solução, registrando e discutindo possíveis caminhos que poderão ser seguidos.

Conteúdo:
Matemática - Raciocínio Lógico.
Língua Portuguesa – Produção Textual

Sequencia didática:
Apresentar aos educandos o jogo e sua proposta, combinando que durante a execução deste serão dadas algumas coordenadas com intuito de compor estratégias para a sua solução, promovendo também um debate sobre estas.
O objetivo do jogo é conduzir todos os personagens para a outra margem do rio. Sabendo que a balsa só pode conduzir dois personagens, humano/animais, ao mesmo tempo, além do fato que somente as cabras adultas e o pastor podem conduzir a balsa.  No entanto, a cabra negra não pode ficar sozinha com os filhotes de cabra de cor branca e a menos que a cabra branca esteja presente e vice e versa, além disso, o lobo não pode ficar sozinho com nenhum dos animais, a menos que o pastor esteja presente.

Intervenção 1:
O objetivo do jogo é atravessar todos os personagens para a outra margem do rio, no entanto nesse primeiro momento deve-se solicitar a travessia apenas de um dos grupos de cabras.  Acompanhando a maneira com que as crianças jogam, observando de que forma se relacionam com as regras estabelecidas para tanto.

Intervenção 2:
Após a realização da travessia do primeiro grupo de cabras, trabalhar os seguintes pontos com os alunos:
·         Quais as dificuldades encontradas para realização da tarefa proposta?
·         Ler as regras novamente, solicitando que executem com sucesso cada uma delas sucessivamente, reiniciando o jogo sempre após a execução destas.

Intervenção 3:
Promover a execução do jogo na busca de sua solução completa, deixando os educandos livres para observação das regras para que caminhem autonomamente para o objetivo final, acompanhando apenas as estratégias criadas para tanto.

Intervenção 4:
Propor a elaboração de um texto descrevendo as estratégias que utilizaram para resolver a problemática proposta pelo jogo e se alcançaram a solução deste.

Avaliação:
Construção do texto descrevendo as estratégias que utilizaram para resolver a problemática proposta pelo jogo


domingo, 3 de junho de 2012

Sugestão para Utilização de Vídeo em Sala de Aula: Filme Vida de Inseto



Plano de Aula

Filme: Vida de Inseto/ A Bug's Life (1998)
Aluna: Débora Gomes
Público: 8 anos 3º ano

Competências:
  • Conhecer as diferentes espécies de insetos e suas características;
  • Observar a vida dos insetos chamados sociais e comparar a organização dos grupos, seu modo de ser, viver e trabalhar com a rotina dos seres humanos.
Conteúdos:

Ciências Naturais – Seres Vivos/Insetos
Língua Portuguesa - Produção textual

Seqüência didática:

Em roda apresentar o filme e sua temática, combinando que após o filme serão analisadas as ideias lá existentes.

Trata-se da história de Flick uma formiga cheia de ideias, que precisa contratar insetos guerreiros para defender sua colônia de Hopper e sua gangue de gafanhotos. Mas quando descobre que o exército de insetos que contratara era na verdade um fracassado grupo de atores de circo já era tarde demais para recorrer a outros guerreiros, precisando, desta forma, arranjar-se com eles mesmos.



Intervenção 1:

A história apresenta além das formigas uma variedade de insetos.  Apresentar algumas imagens de insetos para turma e dentre eles os que são focados no filme a fim de promover a identificação destes, culminando a identificação com a construção de um mural, com as imagens e seus respectivos nomes. 

Intervenção 2:

Hoje vamos assistir ao filme Vida de Inseto. Prestem bastante atenção, pois ao final do filme, realizaremos uma atividade sobre as ideias nele presentes.

Intervenção 3: Após o filme, trabalhar os seguintes pontos junto aos educandos:

  • Quais insetos já identificados se encontram no filme? Existe alguma diferença entre a forma de vida dos insetos do circo e das formigas? 
  • Trabalhar os aspectos da natureza e da sociedade, relacionando a rotina dos seres humanos à vida das formigas que são chamadas de insetos sociais. 
  • Ampliar o horizonte do conhecimento dos insetos conhecidos como sociais para além do trazido no filme, usando as abelhas, os cupins, vespas como exemplo. 
  • Relacionar a organização social presente na natureza, estimulando, desta forma, a compreensão das funções, normas e responsabilidades que regem a vivência social.

Intervenção 4: Propor  a elaboração de um livreto trazendo ilustração das principais características dos insetos sociais seguido de suas descrições.


Avaliação:
  • Construção de um painel com imagens e nomes de diferentes insetos.
  • Elaboração de um livreto trazendo ilustração das principais características dos insetos sociais seguido de suas descrições.
Recursos:

TV, Aparelho de DVD, cartolinas e lápis de cor

Referências:

Vida de Inseto. Direção de John Lasseter e Andrew Stanton. Estados Unidos 1998